O potencial do Parque Municipal Germano Augusto Sampaio e a Alfabetização Científica de estudantes da Educação Infantil em uma escola municipal em Boa Vista/RR
Nome do(a) autor(a)
Rosana Cléia De Carvalho Chaves
Nome do(a) orientador(a)
Ivanise Maria Rizzatti
Instituição IES
UERR
Ano de Defesa
2017
Resumo
Esta pesquisa analisa o potencial do Parque Municipal Germano Augusto Sampaio enquanto espaço não formal de educação e sua relação com a Alfabetização Científica (AC) sobre o conteúdo “Ambiente: lixo” de estudantes da Educação Infantil, mediada pela metodologia Ilha Interdisciplinar da Racionalidade (IIR) fundamentada pela Teoria Sócio Interacionista de Vygotsky, na qual estabelece Níveis e zonas de Desenvolvimento: Real, Proximal e Potencial no processo de ensino e de aprendizagem. Com o intuito de propor essa reflexão, buscou-se elementos que atendam o problema de pesquisa: como a relação entre o Parque Municipal Germano Augusto Sampaio, enquanto Espaço não Formal de educação e a utilização de uma Sequência Didática, mediada pela IIR, podem contribuir para a promoção da AC de 25 estudantes do 2º Período da Educação Infantil de uma Escola Municipal em Boa Vista/RR? Neste aspecto, esta pesquisa foi realizada por meio de uma abordagem qualitativa com método descritivo e indutivo, adotando como procedimento a pesquisa participante e como instrumento de coleta de dados aplicação e a análise de uma sequência didática. Como parâmetro utilizou-se os indicativos da AC em consonância com a evolução conceitual do conteúdo “Ambiente: lixo” por meio de desenhos e a oralização dos estudantes com faixa etária de cinco anos. O resultado pontuou que os conhecimentos internalizados dos estudantes sobre ambiente, natureza com especificações das ações do homem, e suas relações com o lixo, consumo consciente, reutilização de objetos higiene, limpeza e conservação do Parque Municipal Germano Augusto Sampaio necessitariam ser ampliados. Diante de tais questões, vimos que os espaços não formais se apresentam como uma ferramenta pedagógica e como um recurso alternativo e facilitador para a compreensão das crianças em se tratando de leitura do mundo em que vivem. Sendo assim, pensar na educação em Ciências, requer um novo olhar que evidenciem na prática pedagógica possibilidades para a aprendizagem. Em suma, Os espaços não formais vêm assumindo um papel importante na ampliação e na consolidação da Alfabetização Científica, tendo em vista que oportunizam a aproximação e contato com a natureza, favorece a ascensão do Ensino de Ciências e promovem novas descobertas e aprendizagens. O produto educacional gerado foi uma cartilha elaborada pelas crianças seguindo a metodologia das Ilhas Interdisciplinares de Racionalidade.
Palavras-chave
Classificações
Nível de Ensino
EI
Componente Curricular
—
Público Alvo
Alunos
Modalidade
Regular



