Grupo de Estudos e Pesquisa em Alfabetização Científica e Tecnológica

Banco de Dissertações e Teses

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Mestrado Profissional Escolar

A aula de campo e suas potencialidades para a promoção da Alfabetização Científica: um olhar além do alumbramento

Nome do(a) autor(a)

Marjorie Greice Rodrigues

Nome do(a) orientador(a)

Carlos Roberto Pires Campos

Instituição IES

IFES

Ano de Defesa

2017

Resumo

Esta pesquisa investiga a relevância da alfabetização científica e do uso de espaços educativos não formais para uma formação educacional que prepare os indivíduos para o exercício da cidadania. Justifica-se pelo fato de os alunos necessitarem compreender o cotidiano em que os mesmos vivem, fato que traz à baila a importância de inserir a alfabetização científica no currículo escolar, dando uma nova forma de pensar e fazer ao processo ensino-aprendizagem. Tendo como objetivo investigar uma experiência compartilhada de formação continuada, em um espaço educativo não formal, envolvendo professores de Ciências e de outras disciplinas, com a intenção de tornar p processo mais significativo e amplo, com ênfase nas contribuições de uma aula de campo para o trabalho colaborativo e para o desenvolvimento da alfabetização científica, na educação básica, este estudo foi desenvolvido no Parque Nacional da Chapada Diamantina, localizado no Estado da Bahia. Tratou-se de uma pesquisa de natureza qualitativa com procedimentos de um estudo de caso. A coleta de dados se apropriou das técnicas da observação participante, de fotografias e de um relato escrito, materializado na forma de um questionário. A abordagem destes dados ocorreu a partir das categorias capazes de indicar avanços na alfabetização científica, no que tange ao conhecimento acerca do ambiente e de nossa relação com ele. Entrelaçada à pesquisa bibliográfica, este trabalho relata, por meio de um trabalho de campo, uma experiência conjunta entre professores-alunos do Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática como parte integradora de atividades da disciplina de “Espaços Educativos Não Formais”. Como resultado, evidenciamos a promoção do conhecimento científico em associação com o local visitado, proporcionando, nesse contexto, a oportunidade de desenvolver habilidades relacionadas à análise de diversos biomas e à realização de atividades inerentes à educação ambiental.

Palavras-chave

Ensino de ciências Alfabetização Científica ciências naturais Aula de campo Trabalho colaborativo Espaços de educação não formal Chapada Diamantina

Classificações

Nível de Ensino

ES

Componente Curricular

Ciências

Público Alvo

Professores

Modalidade

Regular